sábado, 31 de maio de 2008

DRAGAGEM DO PORTO DE SEPETIBA
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10h20min.
INVESTMENTO
PORTUÁRIO
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Como autor deste modesto BLOG de Opinião, dei o alerta -há alguns dias- sobre o perigo de não se buscar uma discussão mais séria sobre a Dragagem do Porto de Itaguaí/RJ. Esta semana, o jornal "A CIDADE" traz importante matéria relatando que o empresário, JEDIEL DE CASTRO, presidente do Sindicato dos Produtores da Pesca da Baía da Ilha Grande (SINPPEBIG), se encontrou com o governador do estado do Rio de Janeiro, SÉRGIO CABRAL, e expôs a preocupação do setor pesqueiro com o descarte do material.
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REAÇÃO
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O Sindicato dos Arrumadores Portuários de Angra dos Reis/RJ, deverá ingressar junto ao MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL (MPF), na próxima semana, requerendo investigação sobre os R$ 5 milhões liberados pelo Ministro, PEDRO BRITO, da Secretaria Especial dos Portos (SEP), para a dragagem do porto angrense. A liberação, teria sido feita há alguns meses na presença dos sindicatos da orla portuária, denominado G-7. O principal questionamento é sobre a demora da assinatura do contrato da dragagem do Porto de Angra que, segundo informações, estariam em fase de recolhimento de dados para o licenciamento ambiental. Tese não mais aceita com passividade pelos trabalhadores do porto de Angra, já que os contratos para a mesma finalidade, embora infinitamente maiores, já foram liberados para os portos do Rio de Janeiro de de Itaguaí- este chegando na casa dos R$ 60 milhões de investimento, conforme noticiei aqui há alguns dias.
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PORTO DE ANGRA
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A dragagem no Porto de Angra está estimada em R$ 5milhões. Os cálculos iniciais dão conta da retirada de 900mil metros cúbicos de material- o que, segunda a lei Estadual 5000/2007, dispensa a apresentação de EIA-RIMA. Isso aprofundará a área marítima de manobra portuária dos atuais 8,5m. para 10,5m.
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OPINIÃO
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Mais uma vez digo que falta investimento do capital político, e que há um desinteresse mesmo pelo desenvolvimento econômico do município de Angra dos Reis. Uma gestão pública retrógrada que até extinguiu a secretaria municipal criada para o atendimento de setores vitais para a economia da cidade, que atendia também ao porto. Não fossem as organizações e a sociedade, muitas das discussões públicas acontecidas recentemente em Angra, não sairiam do nosso imaginário.