segunda-feira, 12 de maio de 2008

GÁS DO CAMPO DE MEXILHÃO
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10h35min.
CONJUNTURA
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Estive ontem (11/05) visitando meus pais, em São Sebastião/SP. Pude conversar rapidamente com um velho amigo, RÓBSON CEARÁ, vereador sebastianense e líder do gover4no na Câmara Municipal, que feliz me relatou o empenho que o município empreendeu para obter o direito de dar o suporte off-shore as operações do Gás do Campo de Mexilhão, na Bacia de Santos. Disse-me ainda ter conseguido o que -a olhos nus- parecia ser impossível, tirar das cidades do Rio de Janeiro e de Angra dos Reis- que não tem demonstrado qualquer esboço de vontade pela atividade, o direito de ser essa base de apoio. Segundo o vereador, está previsto para 15 de junho o início da chegada dos tubos e materiais que serão utilizados para a montagem da estrutura necessária para a realização dos serviços. O Porto do município tem sido priorizado pelo Prefeito, JUAN MANOEL PONS GARCIA, o que possivelmente seja um dos principais motivos pelo qual a cidade esteja recebendo investimento de dinheiro público novo para a dregagem, ampliação e modernização do Porto. Vale ressaltar ainda, que em São Sebastião/SP existem armazén gerais alfandegados.
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EM ANGRA DOS REIS
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O município começou a pecar muito antes pelo desserviço prestado por não ter requerido sequer a promoção de uma Audiência Pública no âmbito da cidade. Os fatores apontados pelos estudos de logística da PETROBRÁS -ao meu ver- são insuficientes técnicamente, desde que -obviamente- provocados e confrontados. No recente encontro acontecido para discussão sobre o desenvolvimento do setor portuário, o Prefeito angrense, FERNANDO JORDÃO, abriu o evento com um discurso enfocado na suposta preocupação com essa mobilização das cidades litorâneas do estado de São Paulo, mas não apontou os possíveis caminhos que determinaria ao seu governo seguir para corrigir a sua própria inoperãncia administrativa.
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O AEROPORTO:
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São Sebastião/SP não possui aeroporto, o que -em tese- impressiona ainda mais pelo fato de ter obtido a prerrogativa do apoio off-shore. Enquanto isso, em Angra dos Reis/RJ, não só há um importante aeroporto, como acaba de ser licitada a sua reforma, ampliação e modernização- o que seria uma das imposições da PETROBRÁS, no EIA-RIMA, para a cidade que se propusesse a realização da atividade.
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OPINIÃO
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Não disponho de instrumentos eficazes e nem mesmo de conhecimento técnico suficiente para elaborar um demonstativo da perda de receita e da falta de abertura de novos postos de trabalho que isso provocará no município de Angra dos Reis, mas asseguro (smj.) que haverá, e muita. Pergunto: E quem é que vai pagar por isso?