Em matéria do site especializado 'Portogente', pode-se ler sobre enredo em que se transformou as discussões acerca em que o Governo do Estado de São Paulo quer ampliar o Porto de São Sebastião. A intenção é trazer para o complexo, no Litoral Norte paulista, o tipo de carga que mais gera lucros atualmente: os contêineres. O problema é que ambientalistas e políticos de São Sebastião e cidades vizinhas não concordam com a proposta. E no momento, um dos insatisfeitos é o advogado, integrante do Conselho de Meio Ambiente de São Paulo e mestre em Direito Ambiental, Eduardo Hipólito, que classifica o aterramento do mangue do Araçá como megalomaníaco.
* Expansão polêmica
Hoje, o Porto de São Sebastião ocupa 413 mil metros quadrados de área e possui quatro berços de atracação. Até 2007, movimentava em torno de 480 mil toneladas de cargas por ano. Em 2008, com radicais mudanças na administração, a criação da Companhia Docas de São Sebastião e a nomeação de Frederico Bussinger como novo presidente do órgão, a movimentação de cargas cresceu 70% e ultrapassou a marca de 833 mil toneladas. Porém, esse crescimento é ínfimo perto do que o Executivo paulista deseja. E é a velocidade de transformação que mais preocupa. O projeto de ampliação prevê o aumento da área para mais de um milhão de metros quadrados, sendo que quase a metade da área surgirá com o aterramento de 420 mil metros quadrados do mangue do Araçá. O número de berços de atracação pulará para 18 e parte deles terá até 22 metros de profundidade. Cerca de 600 mil metros quadrados serão destinados à operação de contêineres. A meta da Docas é movimentar no local 25 milhões de toneladas de mercadoria e cerca de 1,5 milhão de contêineres por ano, aumentando em 42 vezes sua capacidade de operação.
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22/09/09 - 15h52min. - adelsonpimenta@ig.com.br - blog