Eu sou um cidadão que costumeiramente torço para que os governantes deem certos, independentemente de suas filiações partidárias, crença, credo, cor ou religião. Em Angra, qualquer pessoa com o mínimo de atenção (dispensa até mesmo conhecimento específico) sabe que há recursos disponíveis em um montante animador nos cofres públicos, que o torna o um dos mais poderosos economicamente em toda a América Latina- sob análise percapta. Estima-se para 2010 uma arrecadação em torno de meio bilhão de reais. Ao mesmo instante, há uma demanda sócio-ambiental necessária de profundos investimentos, em face de sua precariedade ou estado obsolteo mesmo. E no mesmo front há também um extrato de difícil mas possível correção urbanística. Nesse sentido, reitero a idéia proposta de que se abra uma discussão mais amadurecida e ampliada acerca do futuro da cidade. O Governo municipal, conforme já anunciei em meu twitter (twitter.com/adelsonpimenta) prepara um 'Congresso das Associações de Moradores', um 'Escritório de Gestão Pública', e tem maioria na Câmara de vereadores; ao passo, que entendo serem fóruns para principiar um diálogo público diagnosticando social e tecnicamente o momento do município. Creio que a sociedade civil também deva arguir e se mobilizar afim de fazer parte das decisões políticas sobre a aplicação desses recursos. A peça orçamentária está em análise na Câmara, onde os vereadores podem emendá-las. É isso, uma questão de opção: ou se organiza e se promove discussões sobre o Orçamento Municipal, ou simplesmente se corneta, considerando isso uma contribuição valiosa. Voltarei a falar mais disso.
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02h19min. - adelsonpimenta@ig.com.br