Tenho evoluído com alguns ensaios críticos em relação as discussões sobre o novo Marco Regulatório do Petróleo que estão se dando no Congresso Nacional, em específico para as operações do Pré-Sal, principalmente no que tange a questão da divisão dos royalties. O fato é que o emprego do discurso nacionalista, por conta de interesses dos outros estados, não estão considerando o ônus ambiental, urbano e social que as regiões produtoras, Litoral Norte Paulista, e Sul Fluminense terão de arcar. Na última sexta-feira, concedi uma entrevista à Master TV (Net/Angra) onde abordei esse assunto e insisto em despertar as autoridades municipais para que não abdiquem do dever de debater esse assunto com a mior profundidade e presença possível. Não tenho entendido a ausência de propostas de alguns prefeitos, bem como a inércia de outros. A CNM apresentou aos relatores das matérias em Brasília 7 emendas que ferem diretamente nossos interesses regionais, mas ainda assim não tem havido qualquer mobilização política e social no sentido de contrapor. Por fim, entendo que para as regiões atendidas pela modéstia opinativa deste blog, o Pré-Sal deve ter viés bairrista mesmo. Receio que nossos governantes não tenham noção da perda econômica que podem estar acumulando para a nossa região ao se esquivar desse processo direto de discussão.
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09/11/09 - adelsonpimenta@ig.com.br