É sabido que as máquinas públicas dificilmente não constituem maioria nas Câmaras de seus respectivos municípios, principalmente quando o caixa está sempre bem abastecido. Isso pode ser lido por várias linhas de percepção e raciocícino, mas o certo é que habitualmente o Executivo costumeiramente pauta o Legislativo, e isso em qualquer instância, infelizmente. Mas o impressionante disso é que ainda assim nem sempre deixam de restar instisfeitos. A relação entre os poderes é iminentemente política, e em Angra dos Reis -por exemplo- há setores do Governo que reclamam da leniência com que matérias de iniciativa do Executivo tem sido deliberadas pelos vereadores, mesmo tendo maioria governista e a mesa Diretora aliada. Sendo assim, é possível fazer entre outras leituras desse processo, que alguns desses lances do jogo do poder constituam parte dos entraves desejados ao desenvolvimento municipal.
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08/11/09 - 23horas - adelsonpimenta@ig.com.br