Se aproxima do fim o 1° ano dessa legislatura e com a excessão de Ubatuba e Paraty, nenhuma das outras cidades atendidas pela modéstia opinativa deste blog reelegeu seu prefeito, e em poucas delas o antecessor fez o seu o sucessor, salvo engano, o que aconteceu somente em Angra dos Reis. Mas enfim, este não é o mote buscado pela postagem, mas sim a responsabilidade que deve ser empenhada com a coisa pública por cada um dos gestores públicos. Finda com o ano de 2009, e com ele o desenho orçamentário herdado; está em discussão na maioria das Câmaras Municipais o planejamento estratégico de cada prefeito para os próximos anos. Isso quer dizer que doravante não caberão mais subtefúrgios ou tresloucados discursos que tenho ouvido por aí. Além disso, cabe aos atuais prefeitos a abertura de suas contas publicamente, de modo que efetuem um balanço sobre como fizeram para executar o orçamento herdado e quais as novas movimentações que procederam onde tenha havido o emprego de suas digitais. É inmperioso que seja permitido esse controle social pela massa, bem como a abertura dessas portas para que o diálogo flua desembaraçadamente sobre o que cada um pensa para os próximos anos- cada um sobre sua cidade, respectivamente. Nunca é demais relembrar que nas duas regiões, Litoral Sul Fluminense, e Norte Paulista, estão as maiores carteiras de investimentos tanto pública quanto privada- por conta da demanda petrolífera encabeçada pelo tão falado Pré-Sal. Lá se vai 1/4 do mandato e muito dinheiro circulou pelos cofres públicos. É preciso dizer o que foi feito com esses recursos.
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