domingo, 13 de dezembro de 2009

ANGRA DEBATERÁ O SETOR PESQUEIRO

Às portas de mais uma discussão acerca do setor pesqueiro, o município angrense é chamado ao debate- que será realizado na Câmara de Vereadores, amanhã (14), às 14horas, resolvi trazer uma pequena contribuição neste Modesto espaço opinativo, afinal já são 46 e-mails recebidos de honrados leitores que reclamam a minha presença nessa Audiência Pública. Infelizmente, não poderei estar presente, por conta de outros compromissos previamente agendados noutras cidades da região. Conquanto, reitero a necessidade de sentar à mesa os atores principais e com poder de decisão sobre a matéria para que se alcance o que há tempo o setor produtivo busca, que são soluções práticas e desburocratizadas. Não entendo, por exemplo, que a simples presença dos representantes do Ibama em Angra (que atuam como meros repressores ao invés de orientadores) servirá ao intento buscado. A ausência de um viés que busque igualmente o estabelecimento de uma parceria com a comunidade cinetífica e com as organizações do terceitro setor, aliado so setor produtivo e o Governo federal terminará por impossibilitar que por mais uma oportunidade se perca a chance de dialogar no prumo que a agenda exige. Tomara, sinceramente, que este encontro não sirva -como dantes- simplesmente para discursos efusivos e acalorados, promessas vãs, medidas tomadas no calor dos embates sem qualquer reação prática, e demais atitudes que só se assemelham aos exemplos que se encontram por baixo. A pesca angrense precisa ser encarada como um importante indutor econômico na região, e como um dos mais significativos mantenedores de necessários índices sociais. Tenho muito a contribuir com esse debate, mas repito- não estarei presente. De qualquer sorte, tão logo seja formulada a ATA do evento, caso receba uma cópia, poderei adensar minhas considerações, se entenderem que servirá para enriquecer as propostas e as críticas enunciadas. Subtemas como: desburocratização nas linhas de crédito bancário; desoneração tributária sobre insumos como diesel, gelo, e rede- por exemplo; autonomia estrutural como o entreposto pesqueiro; obediência aos períodos de recrutamento das espécies; multas e apreensões;  e por aí vai- são implicações que precisam ser definidas como prioridade.
Ao debate Senhores!
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12h25min.         -          adelsonpimenta@ig.com.br