sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A VENDA DE INFLUÊNCIA MIDIÁTICA

Estou perplexo com o que tenho ouvido nos cochichilos do poder angrense, principalmente quanto a alguns atores em movimento no local. Talvez eu me decida por escrever escrever para a direção de alguns dos principais meios de comunicação do estado do Rio e do país para saber se alguns dos profissionais que tem se apresentado em Angra como "pessoas influentes nesses meios", mesmo não pertencendo ao quadro de funcionários dessas empresas, procede. Recentemente, houve um problema que foi parar no MP em relação a um contrato que seria assinado pelo município com uma empresa em valores questionados no mercado, quando a justificativa principal foi a de que a empresa poria alguns elementos desse contrato em evidência na mídia televisiva -em rede nacional. Não bastasse esse brecha de valor inestimável que caiu fácil no colo -e deu no que deu, agora, segundo soube, há jornalistas que garantem espaços em 'notas de colunas' ou 'matérias dirigidas' em favor desse ou daquele ator, em meios de comunicação, principalmente a mídia escrita de nível nacional. Ora, pelo que sei, quando se quer um anúncio publicitário em qualquer espaço midiático a instituição paga por isso, sem a necessidade de "pessoas influentes". E mais, essa suposta "influência" estaria rendendo bons salários aqui na cidade. Para fechar essa questão, estou falando de pessoas que sequer vai ao cabeleireiro local, na padaria da esquina, ou na porta de uma empresa numa manifestação qualquer, enfim, não tem vida social na cidade, mas ganha muito bem para dar pitaco sobre assuntos da política local, cacifado com a venda dessa suposta influência midiática. Dorme com esse barulho -é cada uma.
É o jogo!
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02h05min.          -         adelsonpimenta@ig.com.br

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