quarta-feira, 14 de maio de 2008

DEVORISMO
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Gasto exagerado e sem justificação;
dissipação do dinheiro público em proveito próprio.
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10h12min.
ANÁLISE
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Alguns disparates da vida cotidiana me sensibilizam, outras incomodam. É malsoante a acertada compreensão de que -embora abarrotados e transbordantes- os generosos cofres públicos de Angra dos Reis estejam a serviço de um retrógrado e impensado apartheid social.
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CÂMARA MUNICIPAL
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São 11 cadeiras.
População estimada (IBGE) em 140 mil habitantes.
Orçamento (duodécimo) à ser repassado, em 2008, na ordem de R$ 18 milhões.
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Benesses:
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> São 15 carros (de passeio) alugados;
> Aluguel do Prédio onde ficam os gabinetes, valor não declarado publicamente;
> Dispõe de um canal de televisão (a cabo), tendo recebido -nos últimos anos- investimento na casa dos milhões. No entanto, não há qualquer grade diversificada e plural de programação, a não ser a sua utilização para fins eleitoreiros dos Senhores vereadores;
> Possui um site desatualizado, sem qualquer serventia em termos de transparência;
> Ordena ainda uma série de outros custos que sua publicação cansaria a leitura.
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Particularidade:
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Uma razoável parte dos vereadores é patrona Entidades sociais subvencionadas pelo erário, por intermédio de acordos políticos impublicáveis e usadas como verdadeiros currais eleitorais.
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MP:
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O MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL tem atuado com mãos firmes -ultimamente- para coibir possíveis malversações do dinheiro do povo. O devorismo é a praga sensível do século XXI, em Angra dos Reis.
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ADELSON PIMENTA