
Diante da avalanche do noticiário sobre o pré-sal, a nova menina dos olhos do governo federal e ante o iminente envio do projeto para o Congresso Nacional para discutir, entre outros temas, o marco regulatório desta verdadeira fortuna que está imersa há 7 kms nas profundezas do mar, já se vislumbra a repercussão entre os conferencistas e debatedores do Seminário de Sustentabilidade e Pré-Sal. Grandes empreendedores ligados à sustentabilidade, além de autoridades e ONGs, têm enviado informações diretamente à sede da organização do evento em Santos e também em Caraguatatuba. Entre os inscritos, vários sugeriram a proposta de criação de um fundo de prevenção e combate ao desmatamento no litoral norte de São Paulo, a exemplo do Fundo Amazônia, aqui denominado de Fundo Litoral Norte, para captar doações nacionais e internacionais a fim de coibir o desmatamento nesta região e buscar recursos para diminuir as emissões de CO2, causadas pelo desmatamento e invasões de áreas que estão sendo poluídas. Essas propostas farão parte da Carta de Caraguatatuba, que já está sendo produzida preliminarmente, com os membros do Fórum Permanente de Sustentabilidade criado em 2004 em São Sebastião e poderá sensibilizar investidores estrangeiros da Europa e países como Noruega e Alemanha, sempre dispostos a investir na proteção ambiental, além da China, que é o mais importante parceiro comercial do Brasil neste ano de 2009.
Como teremos observadores internacionais presentes no evento, representantes de ONGs que farão parte de COP-15 em Copenhagen na Dinamarca, os termos do seminário poderão compor propostas àquele evento organizado pela ONU e preliminares de um livro denominado “Sustentabilidade no Litoral Norte – Pré-Sal na Era 21.”