domingo, 15 de novembro de 2009

THE ECONOMIST: "BRASIL DECOLA"

Estimulado pelo blog da Simone (link na barra lateral), acabo de ler o ARTIGO da revista americana "The Ecomist" com suas considerações sobre o amadurecimento do Brasil, é recomendável. Abaixo um trecho da matéria, que é bem extensa. Observem, a leitura (Link -AQUI-) está em inglês. Eu tenho um tradutor automático, mas -caso você não disponho dele também- selecione todo o texto e copie, vá ao google e peça o tradutor de inglês-portugês e cole. Boa leitura.
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Agora que o ceticismo parece deslocado, a China pode estar levando a economia do mundo fora da recessão, mas o Brasil também está em um rolo. Ele não evitou a recessão, mas foi entre o último eo primeiro a sair. A economia voltou a crescer a uma taxa anualizada de 5%. Deve pegar mais velocidade ao longo dos próximos anos com novos grandes campos petrolíferos de águas profundas entrar em funcionamento, e como os países asiáticos continuam a fome de alimentos e minerais da terra vasta e generosa do Brasil. As previsões variam, mas em algum momento da década depois de 2014-um pouco mais cedo do que a Goldman Sachs prevê-Brasil é suscetível de se tornar a economia do mundo, o quinto maior, superando a Grã-Bretanha e França. Em 2025 São Paulo será a quinta cidade mais rica, segundo a PwC, uma consultoria. E, em alguns aspectos, o Brasil outclasses os outros BRICs. Ao contrário da China, é uma democracia. Ao contrário da Índia, ela não tem os insurgentes, não houve conflitos étnicos e religiosos, nem os vizinhos hostis. Ao contrário da Rússia, que exporta mais petróleo e armas, e trata de investidores estrangeiros com respeito. Na verdade, a emergência do Brasil tem sido constante, não repentina. Os primeiros passos foram dados na década de 1990 quando, esgotadas todas as outras opções, que assente num conjunto de políticas econômicas sensatas. A inflação foi domada, perdulário e governos locais e federais foram obrigados por lei a conter os seus débitos. O Banco Central foi concedida autonomia, acusado de manter a inflação baixa e assegurar que os bancos evitam o aventureirismo que tenha danificado-Bretanha e América. A economia foi aberta ao comércio e aos investimentos estrangeiros, e muitas indústrias estatais foram privatizadas. Tudo isso ajudou a gerar uma trupe de novos e ambiciosos multinacionais brasileiras
Leia a íntegra clicando (AQUI)
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10h58min.      -       adelsonpimenta@ig.com.br