quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

ANGRA E SUAS RESERVAS PRODUTIVAS

Para efeito desta crítica, vou considerar como reservas produtivas os potencias indutores da economia local angrense, quais sejam: comércio; petrobrás; pesca; indústrias naval, e nuclear; porto, e turismo. Não necessariamente nesta ordem. Pois bem, até aqui -para muitos- esses setores tem convivido harmoniosamente. E tem mesmo. No entanto, entre as minhas muitas indagações está a ausência de um estudo que defina estrategicamente como lidar potencialmente com cada um desses importantes setores fazendo-os trazer em números e estatísticas comprováveis a excelência de cada gestão. Não obstante, é improvável que se alcance a curva nos gráficos demonstrativos sem que se proceda um amplo e rigoroso investimento no capital humano. Outro agravante, senão o maior deles agora, é que, com a demanda nacional petrolífera empurrada para a região do Litoral Sul Fluminense, fica estabelecida a peremptória necessidade de se planejar esse crescimento. No caso em tela, por exemplo, há ainda um outro fator preponderante para induzir o desenvolvimento econômico, que é o turismo- principalmente à partir das novidades para o município recebidas pelo Ministério do Turismo e pelas últimas notícias da Turisangra dando conta do estímulo de um novo turismo do Mercosul. Se considerarmos a envergadura dos enfoques apercebidos nesta evolução, mais do que nunca fica o registro de que- não franquear os debates e os estudos que as matérias requerem, pode a municipalidade ficar refém -num futuro muito próximo- de passivos urbanísticos, ambientais e sociais de ainda mais difícil correção. É o que penso!
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13h38min.     -      adelsonpimenta@ig.com.br